
Segundo Gikovate, “já nascemos ‘viciados’ em amor”. Sem amor a humanidade não seria mais humana.
Se, para uns, a dificuldade afetiva é crônica, para a maioria, de tão camuflado ou encouraçado que está, por vezes, representa que a dádiva amorosa está limitada em corações fossilizados. O ser humano não tem maturação para acolher e conviver com as próprias emoções, muito menos com os que nascem no convívio dos dois mundos, ainda que a priori tenham sido os catalisadores da atração, por consistirem distintos ou semelhantes.
A fonte do amor que tem em cada sujeito é inexaurível, porém se atribui que a felicidade esteja em um outro lugar, e assim se descuida a relação amorosa e seus derivados. O amor apenas parece possível, quando a pessoa é capaz de lidar com a sua solidão e autoestima, assim sendo, poderá tolerar a experiência da solidão a dois.
Segundo Branden, “entre os vários fatores essenciais para o sucesso do amor romântico, nenhum é mais importante do que a autoestima”. A chave da empatia pelo outro é, antes de tudo, a competência de empatia por si. Cada pessoa pode e necessita investir no autoconhecimento e, a partir daí, determinar objetivos e lutar por eles. Cada um de nós tem muito poder sobre a própria felicidade e deve ser capaz de assumir essa responsabilidade. Eu não posso mudar o outro, mas posso e devo assumir os meus erros, mudar o meu comportamento e ajudar a pessoa de quem gosto a fazer o mesmo.
JOSELAINE GARCIA
Psicóloga e Hipnóloga
CRP 07-18433

























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