Medicina

Diástase abdominal: o que é, quais os tipos, como identificar e tratar

Em pauta, a diástase abdominal. Siga lendo:

Você pede e a Vitale atende. O assunto que vamos abordar hoje é pauta de muitas rodas de conversa e grupo de mulheres.

E para explicar o que é, como se trata e as características, trouxemos a Dra Daniele Nadalin – Cirurgiã Plástica do Equilibrium – Centro Terapêutico da Obesidade em Cruz Alta. 

Afinal, o que é Diástase Abdominal?

A  diástase é o afastamento dos músculos reto abdominais e do tecido conjuntivo. Os músculos reto abdominais são músculos verticais, em numero de 2 e paralelos entre si se localizam na região central do abdômen.

>> Leia também: o que é e para que serve a Psicoterapia  

 

Diástase abdominal dói? Veja aqui outros sintomas

Não, antes que você pergunte: a diástase em si não dói!

O que se observa é uma saliência no centro do abdômen, perceptível quando se tenciona os músculos abdominais. O exemplo prático é o movimento ao tentar elevar os ombros e a cabeça quando tentamos nos levantar da posição deitada.

Conheça os 4 tipos

 

Os tipos dependem da extensão do distanciamento da musculatura, entre eles estão:

– Diástase total

Nesse caso toda a musculatura desde abaixo do esterno até a região logo acima do públis encontra-se afastada, associa-se “barriga estufada”.

– Diástase central

Aqui a musculatura mais próxima do umbigo encontra-se afastada, podendo ou não estar associada à hérnia umbilical, associa-se a “barriga de grávida”.

– Diástase abaixo do umbigo

A musculatura afastada encontra-se abaixo do umbigo, associa-se a “barriga e avental”.

– Diástase acima do umbigo

Onde a musculatura afastada encontra-se acima do umbigo, associa-se ao “estomago alto”.

 

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O que causa a diástase?

Boa pergunta, se dá pelo aumento da pressão intra-abdominal com consequente afastamento da musculatura, como ocorre, por exemplo, nos obesos, as pacientes com efeito sanfona e nas gestações, principalmente gestações gemelares, bebes grandes que pesam mais de 4 quilos, gestações muito próximas e idade da gestante maior que 35 anos.

Tratamento

Quando a diástase é pequena pode-se lançar mão do pilates e de fisioterapia, mas em diástases maiores é necessário a correção cirúrgica através da plicatura da aponeurose dos músculos retos abdominais. Neste procedimento faz-se a “costura” da musculatura devolvendo-a a sua localização original. Esta plicatura pode ser realizada em associação a uma abdominoplastia para retirada da pele flácida da região infra-umbilical.

 

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