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quarta-feira , 23 agosto 2017
O Tabu da incontinência

O Tabu da incontinência

O Tabu da incontinênciaComum entre os idosos, mas com vergonha de falar sobre o assunto, as pessoas ficam constrangidas de buscar tratamento médico.

Um número impressionante ficou escondido no meio de um novo relatório de Centro Nacional de Estatísticas de Saúde, realizado nos Estados Unidos: 37 milhões de idosos sofrem algum tipo de incontinência. “Isso representa uma pesada carga emocional e financeira para os indivíduos e a sociedade”, afirmou Yelena Gorina, especialista em estatística e principal autora do estudo.

Ainda assim, a vergonha causada pela situação impede que falem sobre a incontinência com seus médicos. O vazamento de urina é a variedade mais comum, afetando 40% dos idosos que vivem em suas próprias casas e apartamentos, de acordo com a pesquisa. Embora muitos casos sejam leves, 24% deles apresentam ocorrências graves de incontinência urinária e precisam de atenção médica. Esse problema afeta duas vezes mais mulheres do que homens, pois os músculos do assoalho pélvico, frequentemente, são enfraquecidos durante o parto.

A incontinência intestinal também surpreendentemente comum, afeta mais que um em cada seis idosos que vivem por conta própria. Nesses casos, homens e mulheres são igualmente afetados pelo problema.

Fonte de pesquisa: Judith Grahan, The New York Times.

Como tratar a incontinência: A fisioterapia pélvica atua no tratamento conservador das disfunções urogenitais e anorretais, visando à prevenção e reabilitação do assoalho pélvico masculino e feminino, sendo estes jovens ou idosos. Apontada como o procedimento de primeira escolha no tratamento destas disfunções, visto que vários estudos tem mostrado a possibilidade desta intervenção auxiliar, ele retarda ou evita o processo cirúrgico.

No tratamento são usados diversos recursos como a cinesioterapia, estimulação elétrica, exercícios proprioceptivos, biofeedback, ginástica hipopressiva, calendário miccional e orientações gerais prescritas após minuciosa avaliação e reavaliação constante.

É o que existe de mais atual dentre os tratamentos pélvicos, contando com programas personalizados e especializados para cada pessoa de acordo com suas necessidades, sendo um tratamento individual, simples e seguro. Com ótimos resultados em curto prazo, o que implica na melhoria da autoestima e da qualidade de vida.

Daniele Bombardieri – Fisioterapeuta Crefito: 150-555-F

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