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segunda-feira , 11 dezembro 2017

5 fatos que você não sabia sobre Diabetes na Infância

O diabetes é uma doença muito comum que afeta 170 milhões de pessoas atualmente. Dados da Organização Mundial de Saúde apontam que em 2025, este número deverá atingir 300 milhões. No Brasil, cerca de 10 milhões de pessoas têm diabetes e metade delas desconhece sua condição.

A principal característica do diabetes é a deficiência de produção ou de ação da insulina. O diabetes tipo 1 é resultante da destruição autoimune das células produtoras de insulina e seu diagnóstico pode ser feito em qualquer faixa etária, com maior incidência de casos na infância e adolescência. Já no diabetes tipo 2, o pâncreas produz insulina, mas não tem capacidade de absorção das células musculares e adiposas. Esse tipo de diabetes é mais comum em pessoas acima de 40 anos, obesas e sedentárias.

Quando o assunto é crianças e adolescentes com diabetes, a educação e a precaução são sinônimos de um futuro saudável e seguro.  Os cuidados são necessários para manter a doença controlada e evitar complicações decorrentes.

Confira abaixo 5 fatos que você precisa saber sobre Diabetes da Infância.

1 –  Para descobrir se seu filho tem diabetes é importante saber como identificar os sintomas. Alguns deles são caracterizados pelo excesso de sede e de urina, e pela perda de peso. Por exemplo, algumas crianças voltam a urinar na cama ou acordam com frequência para beber água no decorrer da madrugada. Ao perceber estas ocorrências, é importante consultar um endocrinologista de imediato;

2-  O tratamento para o diabetes pode ser ou não efetuado através da aplicação de insulinas, sendo primordial uma avaliação;

3-  A dedicação e o carinho por parte da família é fundamental para crianças com diabetes, principalmente por parte dos pais. São eles que devem ficar sempre atentos nas datas das consultas e na rotina.

4-   Realizar a integração dos pacientes com outras crianças que também possuem diabetes, através de encontros, associações e acampamentos é um ótimo meio de ajudar seu filho a lidar com a questão e ensiná-lo mais sobre o assunto;

5- Após a infância e adolescência, os cuidados devem continuar os mesmos, mas o paciente deve ser encaminhado para um ambulatório de transição, onde o endocrinologista pediátrico e o endocrinologista adulto atendam simultaneamente a criança. Geralmente entre 15 e 19 anos acontece essa mudança, mas isso varia de acordo com o caso.

Brenda Alberto – Médica Endocrinologista
Rua 15 de Novembro, 33 – Julio de Castinhos
www.brendalaberto.com.br
(55) 3271 1070

 

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